Escreveu não leu o Adsense pagou
Ae pessoal,
Meu blog não é um mar de comentários, mas os poucos que recebo sempre são muito construtivos. Mas é claro que nossos amigos paraquedistas trazem suas belas pérolas para o Blog.
Dia 22 de Maio recebi um daqueles comentários perfeitos. Em um texto falando sobre as probabilidades do campeonato brasileiro de 2006 (o qual o São Paulo foi campeão) de 23 de outubro um honorário paraquedista escreve em bom português: o corinthiansvai ser campiâo. E melhor ainda colocar o número de celular como se fosse seu site. É nessas horas que dou graças a Deus por ter aprendido a ler e interpretar textos na escola. Como já disse em outro artigo como é complicado escrever para pessoas que não lêem nada, ou melhor e sendo justo, como é bom escrever para as pessoas que sabem ler e interpretar textos, e depender de ganhos com cliques daqueles que não sabem ler.
As vezes tenha a impressão que o blogueiro que consegue ganhar alguma coisa com Adsense é aquele que sabe enganar os que não sabem ler. Algo como vender a prova pro coleguinha do lado, que pode pagar, mas é tão burro que chega a dar pena de compara-lo com o pobre animal.
Pensar que meus U$ 0,50 arrecadados hoje vieram daqueles que mal sabem ler
Mas brincadeiras e reclamações a parte a complexidade de se escrever no Brasil, onde matérias podem ser copiadas numa boa (e mais uma vez estão brigando contra esse povo, e com razões), sem link, sem créditos sem nada, ter um blog que gere um lucro decente é saber escrever para quem não sabe ler, mas sabe usar o Google e clicar em links. Navegar na internet é uma experiência única, clique e veja, não gostou clique no voltar e estará de no começo. Não é atoa que o pessoal quer retirar o atributo _blank de sites.
Mas fazer o que? Muito obrigado paraquedista.
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maio 23rd, 2007 at 2:05 am
maio 23rd, 2007 at 8:26 am
maio 29th, 2007 at 6:15 pm
Dessa forma, com o objetivo de contribuir para uma melhor escrita – que, sem dúvida, também ensinará um pouco aos leitores “pára-quedistas”, eis abaixo algumas sugestões. Usei reticências (…) para omitir trechos do texto e maiúsculas e/ou parênteses para destacar. E, por favor, corrijam meus próprios erros, pois poucos são os que dominam o português com perfeição - especialmente um espanhol.
Um grande abraço.
—
Problema: “Em um texto falando sobre as probabilidades do campeonato brasileiro de 2006 (o qual o São Paulo foi campeão) de 23 de outubro um honorário paraquedista…”
Sugestão: Em um texto, de 23 de outubro, falando … (DO qual o São Paulo foi campeão) … um honorário pára-quedista (ortografia)…
Problema: “E melhor ainda colocar o número de celular como se fosse seu site”
Sugestão: E melhor ainda, (vírgula) COLOCOU o número de celular…
Problema: “Como já disse em outro artigo…”
Sugestão (opção 1): Já disse em outro artigo como é complicado escrever para pessoas que não lêem nada, ou melhor (e sendo justo) (estilo), como é bom escrever para pessoas que sabem ler e interpretar textos QUE (ou DO QUE de modo mais coloquial) depender…
Sugestão (opção 2): COMO JÁ DISSE em outro artigo, é complicado… (continua como na opção 1)
Problema: “As vezes tenha a impressão…chega a dar pena de compara-lo com o pobre animal”.
Sugestão: Às (crase) vezes TENHO a impressão… COMPARÁ-LO (acento).
Problema: “Mas brincadeiras e reclamações a parte…”
Sugestão: Mas brincadeiras e reclamações (crase) parte, (vírgula) a complexidade de escrever no Brasil, onde matérias podem ser copiadas numa boa (e mais uma vez estão brigando com esse povo – e com razão)( estilo), sem link, sem créditos NEM (estilo) nada, ter um blog que gere um lucro decente é saber escrever para quem não sabe ler, mas sabe usar o Google e clicar em links. Navegar na internet é uma experiência única: (dois pontos - estilo) clique e veja. Não gostou? (ponto de interrogação) Clique em (estilo) “Voltar” e estará de NOVO (ou novamente) no começo. Não é toa…
Problema: Mas fazer o que? Muito obrigado paraquedista.
Sugestão: Mas fazer o quê (acento)? Muito obrigado, pára-quedista (ortografia).
maio 29th, 2007 at 6:25 pm
janeiro 19th, 2008 at 10:52 am
Até aqueles que pensam saber nosso (atrapalhado) idioma, escrevem de maneira tão errada. Se numa questão tão corriqueira, como o ato de escrever, podemos cometer tantos erros, imaginem quando fazemos juízo de valores. Desculpe-me, caro Bruno Godói, mas devemos tomar muito cuidado com nossas avaliações, pois despeito de serem pessoais, algumas certezas podem ser apenas isso… pessoais.
Um abraço.